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ARCO-ÍRIS OÁSIS NEGRO

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PREFÁCIO ARCO-ÍRIS OÁSIS NEGRO ODE ÀS MULHERES DITAS LOUCAS CONTOS ERÓTICOS I  A "loucura" – no caso das mulheres ditas “loucas” –, não é sinônimo de irracionalidade ou insanidade como supõem e/ou dizem muitos dos homens que com elas se relacionaram ou cruzaram o caminho, mas:  1- De excentricidade:  2- De inteligência acima da média;  3- Da capacidade – por serem dotadas de um sexto sentido – de possuírem um quê a mais em relação aos seres do sexo masculino, e de deduzirem coisas a partir da própria imaginação que, na maioria das vezes, logo serão também por elas comprovadas.  Poucos homens, ao logo da história, e somente os chamados gênios, foram ou são dotados do poder de imaginação. Albert Einstein [1] , físico teórico nascido no século XIX, foi um deles. Num certo dia, ao realizar importantes estudos teóricos usando mais a imaginação do que a própria razão, conclui ele, Einstein, que a primeira era mais eficaz, p...

HUMANIZAÇÃO & EMANCIPAÇÃO INTELECTUAL

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HUMANIZAÇÃO & EMANCIPAÇÃO INTELECTUAL  Autor: CLEBERSON EDUARDO DA COSTA  Sinopse:  Humanizar-se, muito além dos processos de socialização primária e secundária, é também um ato de emancipação intelectual, que se dá a partir e durante a tomada de consciência crítica.  Todavia, nem todo aquele que busca a tomada de consciência crítica emancipa-se de fato, por dois motivos: 1 - A emancipação intelectual é um processo de transformação e transcendência do espírito conhecedor; de conquista da autonomia para ser, fazer e refazer-se dentro dos preceitos de humanização; 2- A consciência crítica, sozinha, não passa de consciência “de”. Pode-se ter consciência de uma coisa e não de outra. Chega-se num axioma: “Para humanizar-se de fato, o homem precisa de educação, mas não de qualquer educação”.  O homem precisa de uma educação que possibilite a ele, através do exercício da sua consciência reflexiva, desenvolver: A- A consciência de si; B...

Por que os homens se animalizam & os animais não se tornam homens?

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Por que os homens se animalizam & os animais não se tornam homens?  Coleção “FILÓSOFOS DO NOSSO TEMPO”  Autor: CLEBERSON EDUARDO DA COSTA  Sinopse:  “POR QUE OS HOMENS SE ANIMALIZAM E OS ANIMAIS NÃO SE TORNAM HOMENS?” – assim como dezenas de outras importantes obras do autor – nasceu a partir de uma releitura: da necessidade de dar-se um novo sentido ao dito paradoxo existente entre os pensamentos de dois grandes filósofos: Aristóteles, pensador de origem Macedônica, discípulo divergente de Platão, da Grécia antiga, (a.C.); e Jean-Paul Sartre (1905-1980), filósofo existencialista do século XX. Ontologicamente, tal problemática está situada entre duas distintas teorias do ser: A de Aristóteles, centrada nas concepções do Ato e da Potência, caracterizada pela ideia da finalidade do ser, ou seja, fundamentada em axiomas relativos “ao que o ser pode ou não vir a ser a partir da constatação do que ele é”; e a concepção de Sartre, contrária a de Ari...

O INFERNO OU O CÉU SOMOS NÓS MESMOS

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O INFERNO OU O CÉU SOMOS NÓS MESMOS  Contos, crônicas, poesias e ensaios filosóficos  Autor: CLEBERSON EDUARDO DA COSTA  Sinopse:  O filósofo existencialista Jean-Paul Sartre (1905-1980) certa vez escreveu que O inferno são os outros. A vida, porém, tem-me feito pensar o contrário ou diferente, isto é, que O inferno ou o céu somos nós mesmos. O problema é que, na maioria das vezes, dissimulamos tanto que nem os outros e nem a gente se dá conta.  Em outras palavras, nas sociedades capitalistas ocidentais pós-modernas em que se vive, onde a vontade e/ou o desejo de ter (de preferência sem ser) se sobrepõem a necessidade de Ser, somos socializados para sermos, ao contrário dos animais ditos inferiores em meio a outros animais ditos inferiores na fauna, não somente auto-expositivos, mas também autoexibidos, ou seja, a utilizarmo-nos da arte racional da dissimulação, principalmente no que se refere à manipulação dos afetos, para alcançarmos noss...

SER TUDO O QUE SE PODE SER - AXIOMAS DE ARISTÓTELES

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(A5, 126 P.)  AUTOR: CLEBERSON EDUARDO DA COSTA PREFÁCIO "Ser (tudo) o que se pode ser” traduz-se no desenvolvimento da humanização e/ou da autonomia intelectual, estando estas fundamentadas, entre outras coisas, na capacidade do indivíduo de ser: 1-    Coletiva e individualmente politicamente participativo; 2-    Socialmente equitativo; 3-    Moral e eticamente reflexivo; 4-    Esteticamente criativo; 5-    Culturalmente tolerante e respeitoso das diferenças; 6-      Ambientalmente responsável; 7-    Econômica e socialmente autossustentável; 8-    Intelectualmente autônomo, emancipado e/ou capaz de aprender a aprender. 9-    Cultural e politicamente cosmopolita, ou seja, fazer-se cidadão do mundo, desenvolvendo em si uma cidadania planetária. “Ser (tudo) o que se pode ser”, nesse sentido, é poder exercer a capacidade reflexiva e racional que todo “ser...

PEDAGOGIA DA FELICIDADE FINANCEIRA

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SINOPSE    O livro, de forma didática, epistemologicamente fundamentado, partindo de uma crítica radical, rigorosa e de conjunto à escola capitalista (presente esta nas sociedades capitalistas ocidentais), especialmente a brasileira, que historicamente apenas tem adestrado ou formatado os indivíduos pobres, de classe média baixa e/ou miseráveis que nela entram para servirem de mão de obra barata e descartável ao sistema capitalista (e não para superarem de fato as suas pobrezas e/ou misérias), ensina-nos não somente a nos tornarmos felizes financeiramente, mas também a permanecermos prósperos ou socioeconomicamente incluídos – mesmo em tempos ditos de crises econômicas. Para o autor, mais importante do que um indivíduo pobre, de classe média baixa e/ou miserável (excluído social) vir a poder conseguir superar a sua pobreza ou miséria (tornar-se feliz financeiramente), é ele também nunca mais correr o mínimo risco de voltar para elas, ou seja, nunca mais correr...

VIVENDO EM PROSPERIDADE - O SEGREDO DAS ÁRVORES FRUTÍFERAS

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VIVENDO EM PROSPERIDADE   O SEGREDO DAS ÁRVORES FRUTÍFERAS   Os gregos antigos entendiam o tempo como ciclo que sempre se repete. Com base na observação da natureza, eles perceberam que ocorre um processo de nascimento, desenvolvimento, declínio e morte. Na primavera, por exemplo, as árvores florescem; no verão, dão frutos; no outono, perdem as folhas; no inverno; parecem mortas; voltando a primavera, elas renascem, e o ciclo se repete. Nesse modo de pensar o tempo, o envelhecimento e morte não são considerados desgraças; pelo contrário, são as preparações para o novo. Em outras palavras, a passagem do tempo não causa ruína, mas apenas renovação . Existem várias formas diferentes de se entender e, ao mesmo tempo, de se falar de prosperidade. Alguns optam por seguirem bases bíblicas, outros seguem por caminhos relativos às suas vivências/experiências como empresários e/ou empreendedores; e ainda existem aqueles que preferem partir de bases científicas, administrati...